Tudo me diz de você: O vento morno, que sobra manso; a tormenta que tudo carrega; o sol que aquece meu corpo; a lua que banha o riacho; o silêncio que murmura nossa canção; o cheiro do éter que toma o espaço; a algazzara das crianças, lá fora; o leopardo que espreita a presa; o amor que nunca morreu.
Não quero tão cedo divisar com sua face.
Não quero entendê-la,
não me faz falta essa compreensão.
Quero apenas viver,
mesmo sabendo que um dia,
esta face funesta, terei que avistar.