A palavra
livre lavra
o verso
o terço
o traço
o rastro
do tempo da espera.
TUDO PARA MIM É POESIA: O SOL NA LUZ DO DIA, A LUA EM NOITE DE LUAR, O VENTO QUE VENTA CANTIGAS MINHAS, O VERSO QUE CHORA SAUDADE SEM PAR
Saturday, November 30, 2013
QUANDO ACORDEI
Juro que nao vi
o tempo passar voando,
Não vi as flores nascendo,.
Não vi o barco sair do porto,
Não vi a manhã nascer rosa, no horizonte.
Acordei ouvindo os sinos do Natal
anunciando
um tempo novo
que hei de anotar.
o tempo passar voando,
Não vi as flores nascendo,.
Não vi o barco sair do porto,
Não vi a manhã nascer rosa, no horizonte.
Acordei ouvindo os sinos do Natal
anunciando
um tempo novo
que hei de anotar.
MEU TEXTO
Sinto seu hálito:
fresca aragem matutina.
Sua boca,
forte fonte de inspiração
de onde busco o volume das palavras
que brotam de minhas mãos
como
teias
tato,
tessitura,
texto-ternura.
texto-toque
texto-textura
texto-saudades.
texto-testo.
toco.
fresca aragem matutina.
Sua boca,
forte fonte de inspiração
de onde busco o volume das palavras
que brotam de minhas mãos
como
teias
tato,
tessitura,
texto-ternura.
texto-toque
texto-textura
texto-saudades.
texto-testo.
toco.
Sunday, September 22, 2013
CAMINHO DE ROSAS
A vida tem sido sempre minha companheira.
Minha amiga.
Minha mãe.
Abriu-se em manhãs floridas;
Em tardes chuvosas, saudosas de seu perfume amanhecido.
Em noites de sonhos longos e fortes.
Em um caminho de rosas
Rosas brancas da saudades;
Rosas vermelhas de quero-mais;
Rosas amarelas de suas palavras-ouro;
Rosas-rosa das promessas e juras de amor;
Rosas champanhe de comemorar nossos sonhos realizados;
Rosas notas musicais ritmando os nossos coraçoes ao pulsar;
Rosas vida.
Vida rosa.
Vida minha: um caminho de rosas soltas no ar;
Rosas vivas a me ninar.
Rosa-vida, roda- girar.
Minha amiga.
Minha mãe.
Abriu-se em manhãs floridas;
Em tardes chuvosas, saudosas de seu perfume amanhecido.
Em noites de sonhos longos e fortes.
Em um caminho de rosas
Rosas brancas da saudades;
Rosas vermelhas de quero-mais;
Rosas amarelas de suas palavras-ouro;
Rosas-rosa das promessas e juras de amor;
Rosas champanhe de comemorar nossos sonhos realizados;
Rosas notas musicais ritmando os nossos coraçoes ao pulsar;
Rosas vida.
Vida rosa.
Vida minha: um caminho de rosas soltas no ar;
Rosas vivas a me ninar.
Rosa-vida, roda- girar.
Saturday, August 17, 2013
QUANDO TEM QUE SER....
Esta noite sonhei contigo
Vinhas ao meu encontro
mas uma mao forte segurou teu braço.
Nenhuma palavra
muito força no olhar.
Acordei serena lembrando
o que um li em Caio de Abreu:
O que tem de ser, tem muita
força.
Ninguém precisa se assustar com a distância,
os afastamentos que
acontecem.
Tudo volta!
E voltam mais bonitas,
mais maduras,
voltam quando tem
de voltar,
voltam quando é pra ser...
Sunday, August 11, 2013
LEVEI MEU CORAÇÃO PARA TOMAR SOL
Tuesday, July 02, 2013
AS MINHAS JANELAS
A instalação traz janelas fotografadas por mim em
Assuncion, Porto, Guimarães, Braga, Fátima, Lisboa, Faro, Santo
Antonio da Vila Real, ( Portugal) La Coruña, Santiago de Compostela, Sevilha e Madrid, (Espanha).
Estas janelas
são meu link com o que foi, o que é, e o que há de vir. Um presente de
memórias, de sonhos, de fatos, de feitos e de história.
Thursday, June 27, 2013
Wednesday, June 26, 2013
As janelas são para mim, ponto
de entrada de luz, de lua, de estrelas, da noite densa, de tempestades, da
chuva.
São dos pirilampos, o
caminho em tempos de trigais. A entrada das cantigas da incansável orquestra das
cigarras, nos dia de sol. São o fio
de entrada da luz tênue do amanhecer que
meus olhos gostam de acompanhar no horizonte. Carregam também o signo da
sensibilidade às influências externas e o vão de vazão de explosões internas. As janelas, enfim,
são para mim, um símbolo da consciência e um portal para o inconsciente. Nelas
me debruço e para elas miro sempre com a intensão de projetar-me além de meus
limites ou para adivinhar-lhes segredos e sonhar mundos outros, quando fechadas
querem esconder ou impedir algo. Abrem-se, agora, minhas janelas para encontros
e, olhares e, sentidos.
A VIDA DAS JANELAS
Uma janela
arquitetônica e materialmente falando-se é sempre e ao mesmo tempo uma abertura
e uma vedação. Materialmente se interpõe entre paredes. Pode ser o vazio desta
parede, a ruptura para um nada, ou para um tudo que virá depois. Pode ser uma
boca que se cala, um corpo que se esconde um som que se sufoca, um amor que se finda, para nunca mais.
Ela pode levar nosso olhar para o fora, para o
exterior, para o longínquo ampliando a extensão de nosso olhar, como pode
também convidar nosso olhar atento, ou distraído a querer ver o que está
dentro, o que poder-se-ia ver por trás de uma janela, semi-aberta,
entre-aberta, fechada.
Vejo a
minha janela e todas as janelas como um signo de receptividade, da abertura para as
influências vindas de fora e para que aquilo que habita os recônditos de nossa alma salte aos olhos dos que sabem ver.
Friday, May 10, 2013
Monday, April 08, 2013
SEGUIR
Seguir a voz que chama ao longe,
O sol que desponta no horizonte,
Seguir a chama que flameja ao vento;
o sonho, o mar, o acalanto,
Seguir crendo acima de tudo,
quando tudo leva ao não,
quando tudo leva ao não,
Seguir amando,
por simplesmente amar,
por simplesmente amar,
o porta-retrato vazio,
a música que nunca mais soou,
o chamado telefônico que emudeceu,
A porta fechada que nunca mais se abriu,
a janela aberta que nunca mais se fechou
os sinos que se calaram e as taças de vinho vazias.
ENSINAR
Ensinar é renascer
em cada linha de expressão,
em cada ponto de uma nova exclamação!
em cada rosto de que se ilumina,
em cada nova palavra que brota timida
das mãos trêmulas
de um menino, de uma menina.
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